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Atividades Extracurriculares

Teatro

 

Teatro

Infelizmente, em nosso país, por razões de desigualdades sociais e econômicas, a arte tem sido vista como supérflua e elitista. Porém, nós, professores, coordenadores, orientadores e diretores, estamos conscientes de que a experiência artística é uma necessidade de todo ser humano. E entre tantas formas artísticas, destacamos a importância do teatro. A palavra teatro, em sua origem grega theatron, significa o lugar de onde se vê e, para Aristóteles, o teatro permitia conhecer, e conhecer além da superfície, enxergar além do discurso, além das aparências, ver o que estava encoberto, nas profundezas. Tal conhecimento, entretanto, não ocorre de um momento para o outro. É uma construção lenta.

Na escola, o teatro pode oferecer um conjunto de situações e oportunidades de aprendizagem e conhecimento. O teatro permite ao aluno evoluir na socialização, criatividade, coordenação, memorização, vocabulário, entre muitos outros. E ainda permite ao professor identificar traços da personalidade do aluno, de seu comportamento individual e em grupo, possibilitando assim um melhor direcionamento no processo pedagógico.

Foi pensando na importância da atividade teatral que o colégio PGD vem trabalhando com os alunos do Ensino Médio esta atividade.

O último sucesso foi a peça “O Santo Inquérito” de Dias Gomes, escrita em 1966, ainda no período da ditadura militar, no Brasil.

Segundo a lenda, bastante conhecida no nordeste, Branca Dias foi vítima de um absurdo julgamento do santo inquérito em 1750, na Paraíba. Registros dos autos de fé, de meados do século XVIII, em Lisboa, confirmam a condenação de cerca de quarenta mulheres procedentes do Brasil. No caso de Branca, sua maior heresia foi crer que Deus está no amor, na natureza, no prazer das coisas simples, na própria vida. A verdade histórica, em si, no caso, é secundária; o que importa é a verdade humana e as ilações que dela podemos tirar.

Empenhados em apresentar um bom espetáculo, os alunos atores, diretores, roteiristas, cenógrafos, figurinistas, responsáveis pela trilha sonora, artistas de primeira viagem dedicaram boa parte de seu tempo em pesquisas, ensaios, despendendo muito de sua emoção na compreensão de um profundo, coerente e sincero engajamento ideológico político e levaram o público a refletir sobre “o visível colonialismo que mutila sem disfarce, que proíbe de dizer, de fazer, de ser e que o invisível colonialismo, por sua vez, convence que a servidão é um destino e a impotência, a tua natureza”.

E assim tem sido essa vivência: um grande aprendizado para todos. Mesmo que o espetáculo tenha lá suas imperfeições, é gratificante comprovar a evolução do grupo; é mágico assistir à atuação dos alunos; é revelador acompanhar à direção, à criatividade de cenógrafos, figurinistas, e principalmente assistir à dedicação do elenco que quer fazer o melhor. Creio que todos nós gostamos e muito dessa “essência caótica, múltipla, iconoclasta da relação entre uma pessoa e a obra de arte, e as irredutíveis peculiaridades em cada contato, pois só assim consideramos a arte realmente viva, atuante, provocando reações reais em pessoas reais”.
Profª Mirian Maia

Início: 10/02/2015
Horário: Terças-feiras 15h50 – 17h20
Local: Salas 1 e 2 Bloco C
Séries: 1ª e 2ª Séries do Ensino Médio
Valor: Gratuito.
Obs.: Atividade extracurricular de caráter não obrigatório.
 
Acesse o Informativo Oficinas 2017 do Colégio PGD para mais informações, opções, horários e valores.
 
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